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Em breve, será discutido o tema MERCADO DE TRABALHO.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Aluno Amerisson do 3º A da Escola Altimira Pinke ganha prêmio de 2º lugar no concurso de redação da biblioteca municipal de Leme



Tema do Concurso: Choro, que ritmo é este?

Redação que deu o prêmio ao aluno Amerisson:

Choro, o ritmo do brasileiro.


Divertir-se com uma levada de choro é mais do que alegrar-se. É entrar de fato em uma história de compasso e improviso, pois foi exatamente como nasceu o ritmo Choro.
Da alegria carioca veio o choro, formulado em rodas de amigos, que se uniam com seus instrumentos musicais para dar origem a um improviso que logo ganharia nome.
Faz parte da característica do brasileiro ser improvisador das situações, e não seria diferente em uma reunião entre companheiros em um bar. Uniu o útil ao agradável, a participação e prosa dos amigos, a alegria e ritmo dos instrumentos. Construindo um ritmo novo, considerado por muitos o primeiro estilo musical da urbanização popular brasileira.
O choro vem com uma carga enorme de criatividade dos chorões, - nome dado aos que tocam o choro -, que fazia de cada momento, um festejo.
Esse ritmo tão melódico recebe grande influencia das grandes orquestras sinfônicas, o que deixa belo, e enriquece a cultura brasileira no âmbito musical.
No Brasil moderno que se constituiu em meio a grande força das músicas/bandas internacionais, o Choro ainda tem o seu espaço garantido por chorões de todo o país. Afinal, quem nunca sentiu vontade de mexer o corpo quando escutou “Brasileirinho”?

Aluna Bruna da 8ª B da Escola Altimira Pinke ganha concurso de redação da biblioteca municipal de Leme





Tema do Concurso: Choro, que ritmo é este?

Redação que deu o prêmio à aluna Bruna: 

Tarde  demais

A batida chorosa e eufórica soava pelo grande salão, casais de terceira idade dançavam no meio da pista, alegres e sorridentes. Um som suave de flauta tocou ao fundo fazendo as lembranças virem à tona. 
“Meu coração, não sei porque
“Bate feliz quando te vê...”
Senti uma pontada de saudade no peito, e logo sorri ao lembrar-me dela... Seu nome era Elisa, a mulher mais bonita da pequena vila em que eu vivia quando jovem, tinha a pele morena, os olhos negros e misteriosos e seu cabelo era um tom castanho bem escuro, extremamente liso e batiam em sua cintura. Lisa – como eu a chamava – tinha corpo violão, voz doce e um sorriso tão lindo, que eu jurava ser o mais perfeito que já tinha visto.
“E os meus olhos ficam sorrindo. E pelas ruas vão te seguindo... mas mesmo assim, foges de mim”.
Sentei-me num canto perto do pátio onde a banda se apresentava. Fechei os olhos e pus-me a lembrar... Lisa, tão bela, tão inocente e meiga. Lembro-me da primeira vez que a vi, numa roda de choro. Ela usava um vestido florido até o joelho, o decote delicado deixava parte de seu colo à mostra, sua boca vermelha e seus cabelos esvoaçavam enquanto dançava...
“Ah se tu soubesses  como eu sou... Tão carinhoso, que te quero... E como é sincero o meu amor... Eu sei que tu não fugiras mais de mim...”
Hoje 40 anos depois, percebo que ainda a amo, e sempre vou amá-la. Mas agora... Já é tarde demais... Ela jaz na rua da saudade.




4ª Feira de Conhecimento da Escola Altimira Pinke
























Visita dos alunos do 2º ano à Pinacoteca