Altimira Pinke
Slide
Em breve, será discutido o tema MERCADO DE TRABALHO.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Link para webquest
Queridos alunos do Segunda A, segue abaixo o link para a webquest sobre drogas que vocês deverão utilizar para orientação das atividades de química e sociologia.
Clique aqui para acessar a webquest
Ótimos estudos!!!
Clique aqui para acessar a webquest
Ótimos estudos!!!
domingo, 4 de novembro de 2012
Projeto: A química das drogas e seus efeitos
Alunos do Segundo A, seguem abaixo, o texto e a tabela que deverão ser utilizados para realização da atividade de Sociologia.

Ao falarmos do tráfico de drogas ilícitas como
uma escolha entre opções escassas, estamos apontando para o caráter
contraditório do discurso que prega a existência de condições iguais de vida
entre os cidadãos. Nessa retórica diz-se que lhes são oferecidas as mesmas
oportunidades de estudar, ter uma profissão e se sustentar, bem como à sua
família, por meio de trabalhos considerados legais.
Assim, o tráfico de drogas, apesar de sua
ilegalidade, torna-se uma opção entre poucas alternativas. As possibilidades de
escolhas vão se restringindo à medida que os sujeitos não são preparados para o
mercado de trabalho legal, cada vez mais competitivo e excludente. Desde cedo,
participam de uma sociabilidade que idolatra, teme e protege o traficante de
droga. São expostos a um meio social que aspira ao sucesso financeiro e ao
consumismo que eles representam e, assim, admiram aqueles que conseguem
atingi-lo, mesmo que de forma ilegal. Sem fazer frente às exigências do mercado
neoliberal, e, assim sem condições de galgar o sucesso por ele determinado,
vislumbram, nas atividades ilícitas do tráfico de drogas, uma alternativa de
driblar o sistema excludente e, ao mesmo tempo, nele serem incluídos mesmo que
marginalmente.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Aluno Amerisson do 3º A da Escola Altimira Pinke ganha prêmio de 2º lugar no concurso de redação da biblioteca municipal de Leme
Tema do Concurso: Choro, que ritmo é este?
Redação que deu o prêmio ao aluno Amerisson:
Choro, o ritmo do brasileiro.
Divertir-se com uma levada de choro é mais do que
alegrar-se. É entrar de fato em uma história de compasso e improviso, pois foi
exatamente como nasceu o ritmo Choro.
Da alegria carioca veio o choro, formulado em rodas de
amigos, que se uniam com seus instrumentos musicais para dar origem a um
improviso que logo ganharia nome.
Faz parte da característica do brasileiro ser improvisador
das situações, e não seria diferente em uma reunião entre companheiros em um
bar. Uniu o útil ao agradável, a participação e prosa dos amigos, a alegria e
ritmo dos instrumentos. Construindo um ritmo novo, considerado por muitos o
primeiro estilo musical da urbanização popular brasileira.
O choro vem com uma carga enorme de criatividade dos
chorões, - nome dado aos que tocam o choro -, que fazia de cada momento, um
festejo.
Esse ritmo tão melódico recebe grande influencia das grandes
orquestras sinfônicas, o que deixa belo, e enriquece a cultura brasileira no
âmbito musical.
No Brasil moderno que se constituiu em meio a grande força
das músicas/bandas internacionais, o Choro ainda tem o seu espaço garantido por
chorões de todo o país. Afinal, quem nunca sentiu vontade de mexer o corpo
quando escutou “Brasileirinho”?
Aluna Bruna da 8ª B da Escola Altimira Pinke ganha concurso de redação da biblioteca municipal de Leme
Tema do Concurso: Choro, que ritmo é este?
Redação que deu o prêmio à aluna Bruna:
Tarde demais
A batida chorosa e eufórica
soava pelo grande salão, casais de terceira idade dançavam no meio da pista,
alegres e sorridentes. Um som suave de flauta tocou ao fundo fazendo as
lembranças virem à tona.
“Meu coração, não sei
porque
“Bate feliz quando te
vê...”
Senti uma pontada de
saudade no peito, e logo sorri ao lembrar-me dela... Seu nome era Elisa, a
mulher mais bonita da pequena vila em que eu vivia quando jovem, tinha a pele
morena, os olhos negros e misteriosos e seu cabelo era um tom castanho bem
escuro, extremamente liso e batiam em sua cintura. Lisa – como eu a chamava –
tinha corpo violão, voz doce e um sorriso tão lindo, que eu jurava ser o mais
perfeito que já tinha visto.
“E os meus olhos ficam
sorrindo. E pelas ruas vão te seguindo... mas mesmo assim, foges de mim”.
Sentei-me num canto
perto do pátio onde a banda se apresentava. Fechei os olhos e pus-me a
lembrar... Lisa, tão bela, tão inocente e meiga. Lembro-me da primeira vez que
a vi, numa roda de choro. Ela usava um vestido florido até o joelho, o decote
delicado deixava parte de seu colo à mostra, sua boca vermelha e seus cabelos
esvoaçavam enquanto dançava...
“Ah se tu soubesses como eu sou... Tão carinhoso, que te quero...
E como é sincero o meu amor... Eu sei que tu não fugiras mais de mim...”
Hoje 40 anos depois,
percebo que ainda a amo, e sempre vou amá-la. Mas agora... Já é tarde demais...
Ela jaz na rua da saudade.
Assinar:
Postagens (Atom)



















